segunda-feira, 27 de maio de 2013

Seja frutífero! 2 Re 2: 9-14

Havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. Disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim. Respondeu Elias: Coisa difícil pediste. Se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará; porém, se não, não se fará. Indo eles andando e falando, de repente um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho.
      O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros! E Eliseu nunca mais o viu. Tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes. Apanhou a capa que caíra de Elias e voltou e parou à margem do Jordão. Então tomou a capa que caíra de Elias, feriu as águas, e disse: Onde está agora o Senhor, Deus de Elias? Quando feriu as águas, estas se dividiram para um e outro lado, e Eliseu passou.


O que mais me chama a atenção nesta passagem, é o sentido de continuidade; Eliseu queria, mesmo continuar o ministério de seu mestre Elias, e ser ainda mais produtivo que ele, talvez para compensar o pouco tempo que Elias esteve neste mundo, isso fica claro quando ele pede porção dobrada do "teu espírito" sobre mim, ou seja, do espírito de Elias, daquilo que Elias fazia, do ministério de Elias.
      É louvável o desejo de produtividade de Eliseu, o jovem profeta queria de fato ter um ministério produtivo como o de Elias, e ir mais além! Vemos os crentes de hoje muito conformados, vivendo as suas vidas e só, onde está a ousadia? O desejo de crescer para Deus? Muitos até, querem crescer, mas anulando o ministério de seus companheiros e ou antecessores, isso é crescer para Deus ou autopromoção? 
      O crente deve ser produtivo, pois esta é a vontade de Deus; nosso ministério embora enovador, deve ser de continuidade, a primária visão, ou a visão de Deus dada aos nossos antecessores, não pode ser apagada, devemos construir sobre os alicerces por eles edificados, claro que sempre buscando ir mais além!
      Jesus mostra a importância da produtividade, quando amaldiçoa a figueira (Mt 21: 18, 19), ora, a figueira tinha folhas, mas não tinha frutos; que proveito há em uma árvore frutífera que não dá frutos? Muitos "crentes" são assim! Têm folhas (aparência), mas não têm frutos (produtividade); estes devem tomar cuidado, pois podem secar! 
      Eliseu entendeu que deveria ser frutífero, e realizou o dobro dos milagres de Elias seu mestre, mesmo que em seu último milagre já estivesse morto (2 Rs 13: 21); o crente frutífero, mesmo quando se vai, continua a dar frutos por meio de seu legado! 
      Devemos ser frutíferos, crentes produtivos, cheios de obras e da graça de Deus; trabalhar para o Senhor, continuar, melhorar, expandir e não anular ou apagar, pois devemos ter o mesmo espírito, o mesmo objetivo e o mesmo Senhor. Seja frutífero, pois esta é a vontade de Deus.

Pr Adriano Cunha

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Seu trabalho não é vão no Senhor 1 Co 15: 58

Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.



Quantas vezes nos indagamos quanto algo que fazemos na obra do Senhor? Ora, há vezes que parece estarmos malhando em ferro frio; que nosso trabalho não é reconhecido nem por Deus, e nem pelos Homens. Que de fato, vivemos um amor platônico! Queridos, estes são pensamentos e sentimentos humanos, e racionais, mas lidamos com o divino e não mensurável; nosso trabalho é visto por Deus, tudo que fazemos de fato para Ele, nos é creditado no mundo espiritual, e na verdade, devemos trabalhar para Deus por ama-lo, e não esperando algum reconhecimento por parte Dele, pois Ele já nos deu o máximo prêmio, nossa salvação, conquistada a preço de sangue na cruz.
      Quanto aos Homens, não devemos realizar obras para serem vistas por eles; nossas obras dever ser o externar do amor de Deus que está em nós! Somos embaixadores por parte de Deus, enviados a este mundo sombrio; nossa obra já é a recompensa mor, um privilégio ímpar, e insuperável. Então, por que ficar esmolando atenção? Como filhos de Deus, devemos lutar por seus interesses.
      O grande problema dos filhos de Deus, é relacionar Deus com a igreja física (denominação), e não com a igreja espiritual (o corpo místico de Cristo); o seu trabalho não é vão no Senhor, o que você faz, faz para o Deus de sua salvação, que derramou a sua vida na cruz do calvário! Você não trabalha para o Homem, de fato seu trabalho é vão para o Homem, mas para Deus não.
      Trabalhamos para Deus, e para Ele nosso trabalho não é vão. Naquele grande dia, haverá diferença entre aquele que faz a obra de Deus, e quem faz a obra dos Homens.
      Assim, se seu trabalho não é reconhecido pelos Homens, não fique triste, pois o importante é que ele seja reconhecido por Deus, pois quem trabalha para Deus não trabalha em vão. Você não precisa do endosso dos Homens para trabalhar para Deus; trabalhar para Deus é uma ordenança clara e objetiva.
      Trabalhar para o Senhor é uma bênção, é produtivo e empolgante; nunca trabalha em vão, que faz a obra do Senhor. Amados, trabalhem para o Senhor.

Pr Adriano Cunha 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Como você mede? Mc 4: 23-25

Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. Então lhes disse: Atentai ao que ides ouvir. Com a medida com que medirdes vos medirão a vós, e ser-vos-á ainda acrescentado. Ao que tem, ser-lhe-á dado; ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.


Como você tem medido aos outros? Tudo o que fazemos no mundo físico gera uma consequência, tanto neste mundo como no mundo espiritual; Jesus pede para que os Apóstolos prestem muita atenção neste ensinamento, pois tudo o que fazemos aos outros, vem sobre nós. Se você trata ao seu semelhante com desdem, e indignamente, isso virá sobre você! Devemos tratar bem aos mais simples dos Homens, pois o sentido de significância é relativo, quem é simples diante dos Homens, não o é diante de Deus.
      Por mais autoridade que você possa ter, seu trato dever ser amoroso, pois que planta amor colhe amor; muitos por serem letrados e ou abastados creem que são superiores aos outros, mas isso é uma inverdade, quando o Eterno olha para terra, não vê um justo sequer; toda nossa justiça, dignidade, títulos e ou bens, para Deus não passam de trapos de imundícia. Quem somos nós para medir aos outros de qualquer maneira?
      Quando medimos alguém com desprezo, até mesmo o respeito que os outros têm por nós se acaba, isso pois, se eu não respeito, como vou ser respeitado? Jesus disse que o quem não tem, lhe será ainda tirado!
      Da maneira que você mede, te medirão, e ainda te será acrescentado; ora, se você mede alguém de uma maneira ruim, será medido assim e ainda te será acrescentado, ou seja, além de vir sobre ti a consequência, ainda tem bônus! Mas, quando você mede com bênçãos e graça, receberá isso de volta, e lhe será acrescentado. Esta é a matemática de Deus, não é exata, e sim justa!
      Amados, como temos tratado aos outros? Temos dado a devida atenção a todos? Temos utilizado o mesmo peso e a mesma medida para com todos? Que possamos nos medir, meditar, observar, e nos autoavaliar. Como temos medido?

Pr Adriano Cunha
      

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Dentro dos planos de Deus Tg 4: 13-17

E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Vós vos jactais das vossas presunções. Ora, toda jactância tal como esta é maligna. Aquele, pois, que sabe o bem que deve fazer e não o faz, comete pecado.


Por que tantos planos praticamente perfeitos dão errado? Planos feitos por pessoas capazes, com finalidades maravilhosas, com tudo para dar certo, vão por água a baixo! Muitos dizem: Mas eu fiz tudo certo, como isso deu errado? Ora, muitas vezes nossa presunção, nossa jactância e nossa prepotência, tem feito separação entre nossos planos e os planos de Deus.
      Nós que confessamos a Deus como nosso Senhor, não podemos agir em nenhuma esfera de nossa vida, sem que Ele esteja em preeminência. Sabe por que muitas vezes nossos planos dão errado? Porque Deus não está incluso neles. Talvez nossas intenções não sejam tão santas assim, queremos por vezes agradar mais ao nosso ego e ou aos outros e não a Deus. Quer ser filho de Deus amado? Então você deve obedecer regras!
      O querer de Deus não está quem questão na vida de muitos crenes, e também na vida de muitas igrejas, como dará certo algo na vida do crente se Deus não está presente. Devemos nos sujeitar a vontade de Deus; estar dentro dos seus planos. Quando estamos dentro dos panos de Deus, tudo dá certo em nossa vida, claro que a seu tempo, ou seja, ao tempo de Deus. Andar na contra mão da vontade de Deus é sinônimo de derrota, isso não é sábio para quem conhece a verdade.
      Muitas vezes pela compaixão de Deus e sua vontade permissiva, Ele permite que alguns de nosso projetos vão relativamente em frente, mas nunca vão a todo pano, pois como todo pai amoroso, Deus tem seus planos para nós; talvez Deus não te queira na posição em que você se encontra, já pensou nisto?Será que você por mera vaidade não tem lutado contra Deus, recalcitrado contra os seus aguilhões, vaidade, vaidade (Ec 2).
      Quando colocamos a vontade de Deus a frente de tudo em nossa vida, nossos planos e projetos acontecem; mas como saber a vontade de Deus para nós? Como filhos de Deus, devemos ter intimidade com Ele; Deus sempre tem uma maneira especial e particular de falar conosco, é algo pessoal coisa de Pai e filho, não é mesmo? Só que nosso entusiasmo e ou nossa vaidade, não nos deixa ouvi-lo. A oração,  e a meditação em sua palavra, faz com que tenhamos mais intimidade com o Criador.
      Devemos buscar estar dentro dos planos de Deus, entender a sua vontade para nós, tando em nossa vida pessoal, profissional e ministerial, pois sem assim, não lograremos exito. Dentro dos planos de Deus, assim não seremos apenas vencedores, mas, mais do que vencedores.

Pr Adriano Cunha

sexta-feira, 29 de março de 2013

Nem só de pão Lc 4: 4

Jesus lhe respondeu: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.



Há uma luta incansável por satisfazer nossas necessidades materiais, queremos manter nosso corpo físico, adquirir bens, viver mais confortavelmente, sim, isso é a natureza humana; mas o Homem não é só matéria, mas também espírito, e devemos alimentá-lo, mas com que você tem alimentado seu espírito? Jesus sita as escrituras (Dt 8: 3), quando diz que o Homem também deve viver da palavra de Deus.
      O seu espírito deve ser alimentado com a verdade, com matéria espiritual, com a graça do Senhor, pois um espírito fraco é sinal de derrota, nosso espírito e nossa carne devem andar em equilíbrio (Mt 26: 41; 3 Jo v 2), devemos ter saúde e realizações, mas principalmente devemos ter saúde espiritual.
      Este mundo contamina nossa vida espiritual, isso porque nosso espírito não está alimentado; ouvimos hinos (com procedência duvidosa), ouvimos pregadores (descompromissados com a verdade), seguimos doutrinas (meramente humanas), e esquecemos de nos alimentar da palavra! Devemos meditar na palavra, para isso não há desculpas. Muitos dizem: Mas eu leio a bíblia e não entendo nada.... ; se você não compreende a palavra, peça entendimento a Deus (Tg 1: 5, 6), Ele te dará tanto compreensão como desejo da palavra.
       Se não estamos alimentados com a palavra de Deus, ficamos vulneráveis a ação do diabo, somos também levados por todo vento de doutrina humana e ou demoníaca, acredite, o mal é incansável, a todo tempo somos afligidos pela ação do mal, mesmo que sutilmente; o inimigo tenta minar nossas forças, ele busca uma brecha para nos destruir. Um espírito forte, é certeza de não ser ferido pelos ataques do diabo.
         A preguiça tem levado muitos crentes a derrota, sim, muitos têm deixado de ler a bíblia por mera preguiça; não adianta ter a bíblia no seu notebook, tablet ou celular, a bíblia deve estar em sua mente e em seu coração; amado, bíblia não é ferramenta, e sim o manual de funcionamento do crente, sem ela, você está funcionando precariamente, e esta fadado a quebrar!
       Deus deseja que você viva a palavra, se você não tem intimidade com a palavra de Deus, como poderá vivê-la? Vou terminar esta mensagem, te fazendo duas perguntas: Quantas vezes você já leu a bíblia toda? Você acha suficiente!?

Pr Adriano Cunha

domingo, 17 de março de 2013

Justificados pela fé Rm 5: 1-5.

Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem obtivemos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não traz confusão, porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.



Foi através da justificação, que encontramos paz com Deus; antes estávamos longe de graça de Deus, mas agora somos justificados, ou seja, quando cremos no Senhor, somos justificados por Ele, diante do mundo espiritual, e do mal!
      Satanás a todo tempo nos acusa, sim, ele quer nos humilhar, confundir e destruir; mas somos justificados por nossa fé, e não por nossas obras. Você pode até não ser um exemplo de santidade, capacidade, virtude; mas é a sua fé que te justifica, este é um mérito de Deus e não seu.
      O crente verdadeiro não deve temer a tribulação, pois a tribulação traz perseverança; crente que é crente deve ser perseverante, ou seja, não deve se dar por vencido! Você só é derrotado quando desiste. Crente que persevera adquire experiência, a experiência nos vacina contra o mal, sim, a maturidade nos ajuda a vencer.
      Fato importante, é que a maturidade produz esperança; pois discípulo estruturado, não se assusta com o rosnado do diabo. Quem é maduro, sabe que mesmo no último momento, Deus vira a mesa a seu favor!
      Devemos tirar proveito da tribulação, sim, pois se somos justificados, o mal não tem poder sobre nós, então não devemos ficar em pânico diante das tribulações ou dos comentários do diabo; é na tribulação que a fé é forjada, este é o batismo com fogo, o batismo da provação. A Justificação nos consolida e encoraja contra a ação do mal.

Pr Adriano Cunha

sexta-feira, 8 de março de 2013

Vence o mal com o bem Rm 12: 21.

Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.



As vezes nos esquecemos, que não fazemos parte deste mundo; que somos cidadãos dos céus, e que não devemos nos comportar segundo os parâmetros deste mundo. Não devemos agir como impios, mas como crentes!
      Quando alguém nos faz o mal, devemos neutralizar este mal, o mal deve morrer e não ser propagado. O maligno ganha força toda vez que o mal é continuado, quando vencemos o mal com o bem, o poder das trevas é desfeito.
      A ação do mal se espalha como fogo em erva seca, quanto mais repassamos o mal mais ele cresce! Como filhos de Deus devemos barrar o mal, impedir seu avanço, pois é desejo do diabo, que o mundo esteja em discórdia.
      O mal nos contamina, quando somos veículos da expansão do mal, somos afetados por ele; nosso coração fica duro e nossa mente cauterizada; o inimigo acaba vencendo, pois usa a nossa razão, orgulho e ego contra nós, tropeçamos em nossa própria dignidade.
      Deus quer que sejamos semeadores do bem, o mal é uma erva daninha, uma peste, precisa ser extirpado.
      Toda vez que queremos usar o mal para algum fim, somos vencidos por ele; não podemos ser vencidos pelo mal, e nem ser agentes de sua propagação, mas sim, vencer o mal com o bem.
      Os padrões deste mundo não são os nossos, nosso valores, objetivos e futuro são incompatíveis com este mundo. Se vencemos o mal com o bem, então estamos caminhando para a vida eterna, mas o de coração perverso, caminha a passos largos para o inferno.Vencendo o mal com o bem, manifestamos o amor de Deus que há em nós, pois você só dá o que tem.

Pr Adriano Cunha