A santidade é um exercício diário, sim, ninguém é santo por que é, mas, por que tem feito um preparo, um esforço de separação. Títulos não garantem santidade, nem retidão, isso é algo íntimo e pessoal, algo que parte de dentro para fora; não existe aparência de santidade, mas os santos estornam a santidade, mesmo no seu modo de vestir; não existe um linguajar de santidade, mas os santos falam como santos.
Muitos confundem santidade com perfeição, na verdade, Deus nunca esperou perfeição dos Homens, quando a bíblia fala em perfeição relacionada ao Homem, fala de maturidade e não de falta de erro; santidade é separação, ou seja, é santo quem é separado, não quem é perfeito.
O texto de Pedro diz que devemos ser sóbrios, sim, existem muitos crentes embriagados com a pseudo santidade, gerada por seu ego; em sua megalomania, se acham verdadeiros deuses, donos da verdade absoluta, pobres ébrios espirituais, longe estão de Cristo.
Ainda na referência acima, vemos que Pedro nos chama a agir com o conhecimento adquirido em Cristo, e não nos pensamentos torpes e falhos de outrora; uma prática comum e nociva, julgar o espiritual com a mente do mundo! O santo, deve ter a mente de Cristo, agir e julgar com a mente de Cristo, segundo os parâmetros de Cristo, devemos como diz Pedro, ser santos em toda nossa maneira de viver. Ser santo onde estiver, diante de quem estiver, a qualquer tempo! Assim, sigamos as escrituras, sendo santos por que, e não, como Ele é Santo.
Pr Adriano Cunha