sábado, 9 de janeiro de 2010

O maior é o amor 1 Co. 13:13

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.


Neste vercículo, vemos três pilares do cristianismo; mas, mesmo entre estes importantes sustentáculos, há um principal.
Tudo o que não for feito por amor, não tem um fundamento sólido. Fé sem amor é apenas expectativa; se sem fé é impossível agradar a Deus (Hb. 11: 06); sem amor é impossível crer (1 Jo. 4: 7-12).
Para ser um filho de Deus, é necessário amar (1 Jo. 5: 1, 2). Jesus resumiu os mandamentos em um (Jo. 13: 34, 35), pois se você ama seu irmão, como Cristo nos ama, então cumpre o desejo de Deus.
Sem amor não existe esperança, como esperar um benefício do que não se tem? Pois Deus dá bênçãos aos que o amam (1 Co. 2: 9). Já na criação, Deus manisfestou o seu amor pelo homem, pois a todas as coisas, chamou a existência; mas ao homem, formou segundo o seu amor, somos frutos do amor de Deus (Gn. 1: 26, 27).
Por amor, Deus entregou o seu próprio filho (Jo. 3: 16). Deus criou o mundo para e por amor ao homem. O amor cobre todas as transgressões (Pv. 10: 12); quando você ama, perdoa as faltas, supera as diferênças e vence as barreiras.
Só o amor nos faz superar nossas fraquesas. O amor é o combustivel da felicidade. Em tudo que você faz, deve haver amor; se falta amor em sua vida, então há algo errado, pois Deus é amor (1 Jo. 4: 8, 16), se Ele é amor, nós como seus filhos, devemos amar e expressar o amor de Deus.

Pr. Adriano Cunha.
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O verdadeiro evangelho 1 Co. 1: 18

Pois a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

Muitas vezes em nossas vidas, paramos para pensar se o evangelho que estamos vivendo e praticando é o verdadeiro evangelho, se é o evangelho que Cristo nos deixou, ou se em algum lugar no passado, o evangelho que vivi hoje se afastou da sua originalidade no que diz respeito à vontade de Deus para as nossas vidas.
      A palavra evangelho significa literalmente boas novas ou boa mensagem. O que a humanidade mais está está precisando é de: Boas novas ou boas mensagens. Mas, no que consistem essas boas novas?
      Em um mundo tão atribulado e cheio de maldade, onde o homem tem se afastado completamente da vontade de Deus, onde predominam a força a ganância e a violência, todos os homens de bem, esperam por uma palavra de conforto, e pelo anúncio de dias melhores. As boas novas do evangelho de Cristo vão muito mais além, elas não propõem um alívio superficial, mas permanente, firmado na certeza da salvação do espírito, e da vida eterna.
      Jesus veio a terra, em um momento parecido com este, momento muito difícil para o seu povo, a qual o povo de Deus havia caído em um sono profundo. A hipocrisia, o legalismo religioso, a prepotência e a mentira, haviam tomado o lugar do temor a Deus a misericórdia e o amor fraterno.
      O povo de Israel estava sob o domínio romano. Havia perdido sua liberdade e a sua identidade como povo de Deus. Embora o povo estivesse dominado, vivia uma relativa "harmonia" como o Império Romano por parte de seus líderes, e essa aparente paz, trouxe um terrível período de frieza espiritual.
      Deus não estava preocupado com a situação política, financeira, social ou com o ego ferido de Israel, mas sim com a sua condição espiritual. Deus havia separado o povo de Israel para a sua glória (Is. 43: 7), ou seja, para que através deste povo, seu nome fosse glorificado e engrandecido, e com isso, anunciado o seu amor e poder a toda a humanidade; mas Israel estava dormindo. Quantas vezes o Senhor tem traçado planos para nós, mas estamos dormindo?
      Jesus veio a terra para pregar o verdadeiro evangelho, o evangelho que havia se calado, o evangelho da salvação, da liberdade e do poder.
      O próprio Deus se tornou homem, para manifestar o seu amor ao homem, dando por ele a sua própria vida, para que o homem fosse salvo (Jo. 1: 1), não da sua situação sócio-econômica, e tão pouco o seu ego, mas sim da maldição do pecado e da morte (Rm. 8: 1, 2). O verdadeiro evangelho é a mensagem da cruz (1 Co. 1: 17, 18).

Pr. Adriano Cunha.
    
    

sábado, 26 de dezembro de 2009

A prosperidade que Jesus ensinou Mt. 22: 19.


Mostrai-me a moeda do tributo. Eles lhe apresentaram um denário.

No mundo em que vivemos, de incertezas, crises financeiras, guerras, fome, etc, é difícil não pensar em dinheiro, estabilidade financeira e uma vida economicamente melhor. Mas será que Jesus viveu uma vida financeira próspera segundo os padrões humanos?
      No trecho das escrituras que está em Mt. 22: 15-22, nós vemos nitidamente que Jesus não tinha com ele nenhuma moeda, nós ao lermos as escrituras com imparcialidade, sem superstições religiosas, verdadeiramente, descobrimos coisas espetaculares e reveladoras, "pois a cortina da religião em muitas vezes, nos impede de enxergar a verdade". Jesus nunca gozou da prosperidade financeira que muitos têm pregado nos dias de hoje (Lc. 9: 58), e mesmo assim Ele é o maior tesouro (Mt. 13: 44-46).
      Hoje, muitos seguimentos "evangélicos" têm surgido com uma falsa interpretação do sentido bíblico de prosperidade. A preocupação primor de Jesus não é com o estado político-financeiro do seu povo, mas sim com a situação espiritual; lógico que quando buscamos o Reino dos Céus e a sua justiça, as demais coisas nos são acrescentadas (Mt. 6: 33). Afinal, que coisas são essas? Qual a verdadeira prosperidade?
      Vamos tomar como base a oração do Pai nosso, pois é o modelo que todos deveríamos seguir, ou pelo menos, todos os cristãos verdadeiros, vejamos: Portanto, vós orareis assim: pai nosso que está no céu, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
      O pão nosso de cada dia nos dá hoje. Perdoa as nossas dividas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. Não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal (Mt. 6: 9-13).
      O pão nosso nos de cada dia nos dá hoje, é muito pequeno de nossa parte, nos apegarmos tão somente a bens materiais quando falamos de prosperidade, pois Jesus em seu ministério nunca ensinou que o homem deveria viver em prol de ambição material e sim que nos acrescentaria o que nos fosse necessário, ou seja, "o pão nosso de cada dia". Viver uma vida cristã é viver uma vida de abnegação e fé, pois disse Jesus: se alguém quiser vir após mim negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me (Mc. 8: 34).
      Quando o homem desvia o seu olhar da cruz, então começa a viver uma vida de mentira, há muitos "pregadores" hoje que não pregam mais a cruz, e sim os bens materiais, dizem: Venha a minha igreja e receba um carro do ano, um apartamento, etc. Deveriam dizer: Venha a Cristo e terão a vida eterna!
      Quando uma pessoa se torna membro de uma "igreja" por mera ambição material, ela nunca foi crente, pois o Cristo ao qual ela foi apresentada não é o Jesus da bíblia, mas sim uma estratégia comercial e nada mais. Dizer que essas "igrejas" são evangélicas é afrontar a pessoa de Jesus Cristo e o seu sacrifício na cruz.
      As pessoas que estão em tais "igrejas" buscando não a Cristo, mas as prosperidades materiais, estão sujeitas a um fracasso eminente, pois quando vierem as provas, elas estarão de volta ao mundo, e decepcionadas com a igreja, pois não conhecem o verdadeiro evangelho, para essas pessoas eu leria esta passagem 2 Tm. 2: 1-13.
      Portanto, nós não devemos pensar em bens materiais como uma meta, mas sim como uma conseqüência natural em nossas vidas. Fiquemos com as palavras de conselho de um homem sábio: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza, mas dá-me só o pão que é necessário, para que de farto eu não te negue, e diga: quem é o Senhor? Ou empobrecido, não venha a furtar, e profane o nome de Deus (Pv. 30: 8). Esta é a prosperidade que Jesus ensinou. Leia também Ec. 2: 1-13.

Pr. Adriano Cunha.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O nascimento de Jesus Mt. 1: 18.

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.


Nascimento, nascimento dá idéia de princípio da existência, mas quando falamos de Jesus, falamos de Deus, ou seja, o ser eterno! (Jo. 1: 1-5; Cl. 1: 15-19).
Na verdade, Jesus não nasceu e nem morreu, como assim? Jesus é Deus todo poderoso, a segunda pessoa da trindade, para cumprir o plano redentor de Deus, Ele se fez carne e habitou entre nós! (Jo. 1: 14); habitou em um corpo humano, para derramar a sua vida (sangue) para limpar os nossos pecados (Hb. 9: 11-16).
Ele sendo Deus, assumiu a forma humana, sendo Deus em forma de homem (Is. 7: 14; 8: 8; Mt. 1: 23), foi servo sendo Senhor (Mt. 12: 17-21), para agradar a Deus Pai.
A morte não tinha poder sobre Ele, assim Ele não poderia morrer, pois a morte é uma conseqüência do pecado, e Cristo nunca pecou (2 Co. 5: 21), mas, assumiu o papel do pecador, para "morrer" e nos livrar dos nossos pecados (Is. 1: 18; 1 Co. 15: 3).
Jesus derramou o seu sangue para cobrir os nossos pecados, pois a lei exigia que para cobrir o pecado, sangue fosse derramado (Hb. 9: 22).
Ele precisava cumprir todos os requisitos do antigo pacto, para validar o novo (Mt. 26: 27, 28); mas na verdade, Ele não morreu, e sim entregou o Seu espírito, quando entendeu que a obra da expiação estava completa (Mt. 27: 50)
A idéia de nascimento e morte, no que diz respeito a Jesus, é para facilitar a nossa compreenção, pois Jesus é Deus, um ser eterno e maravilhoso, que por amor a nós, sofreu como ninguém (Is. 53); só por amor.
Você tem feito valer a pena? Um ser tão maravilhoso, que não mediu esforços por você, só espera que você retribua este amor.

Pr. Adriano Cunha.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O milagre é gerado em seu coração. At. 14: 8-10.

Estava assentado em Listra certo homem aleijado dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andando. Este ouvia falar Paulo, que, fitando os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado, disse em alta voz: Levanta-te direito sobre os teus pés. E ele saltou, e andava.

O milacre é gerado em seu coração. Quando você crê em algo, este algo passa a existir subjetivamente; quando você crê que Deus pode realizar o desejo de seu coração(Sl. 21: 2), Ele chama a existência o que já existe em seu coração (Gn. 1: 1-31; 2: 1).
      Para que um milagre se realize em sua vida, é necessário crer. Este fato fica claro quando lemos o relato acima.
      Infelizmente, há muitos "crentes", que crêem parcialmente (Jo. 20: 24, 25). Como ser crente, sem crer? A bíblia diz que: Sem fé é impossível agradar a Deus... (Hb. 11: 6); ora, para ser cristão, é necessário crer! A fé é o fundamento de qualquer religião; nós como filhos de Deus, devemos ser exemplos de fé (Hb. 10: 38,39).
      Bom, vimos que sem fé, não há milagre. O milagre é algo não explicado por meios naturais (Êx. 7: 4, 4; At. 10: 38). Deus quebra a ordem natural como: As leis da natureza e da lógica, para realizar as suas maravilhas.
      A bíblia é um registro grandioso dos milagres de Deus; neste momento, está passando por sua mente, vários milagres bíblicos; mas, Deus quer fazer de sua vida, um testemunho de milagres (Mt. 21: 22; Mc. 9: 23), Deus quer realizar milagres em sua vida!
      A chave do milagre é a fé, se você crê em milagres, eles vão acontecer em sua vida. Existe um pensamento que infelizmente, paira na mente de muitos:"Os milagres não acontecem em minha vida!"
     Se o milagre é gerado em nosso coração por meio da fé, pensamentos como o acima, impedem a realização dos mesmos. Deus não é injusto, todos para Ele têm o mesmo valor; Ele opera maravilhas nas vidas dos que crêem.
      Você precisa de um milagre? Então tem que crer, que ele é possível (Sl. 45: 12; 59: 1). No mundo materialista e tecnológico a qual vivemos, onde o homem se tronou escravo de sua própria tecnologia, é muito difícil crer em milagres, mas, Deus não mudou, e Ele está pronto para chamar a existência, o que já existe em seu coração.

Pr. Adriano Cunha.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Estão blasfemando o caminho da verdade 2 Pe. 2: 1, 2.

E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
      E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.

Existe uma semelhança de conteúdo nas cartas de 2 Pe e Judas; ambos fazem uma apologia a sã doutrina. A existência de falsos profetas e falsos mestres não é nova, Satanás sempre buscou desviar o homem do caminho da verdade (Gn. 3: 1).
      Hoje somos bombardeados a todo tempo, por pregadores inescrupulosos, estes se utilizam dos meios de comunicação e da influência da mídia sobre o povo.
      Leia o v. 3 em sua bíblia, e veja a verdadeira intenção destes falsos mestres. Infelizmente, a igreja moderna, não se preocupa tanto em defender a sã doutrina, talvez pelo despreparo de seus ministros! Pastores fracos, conduzem rebanhos fracos, que são levados por todo vento de doutrina.
      Hoje o "evangelho", tem se tornado um bom negócio; muitos "pastores" têm sido coniventes com a banalização do evangelho, para tirar proveito próprio! A grande maioria das igrejas de hoje, possuem culto de louvor e adoração, mas, não de doutrina.
      Esta omissão, tem deixado o povo vulnerável e doente. As pessoas não vão mais ao templo, para aprender a palavra de Deus e adorá-lo, mas para participar de um show! É necessário que haja um retorno a sã doutrina, pois o evangelho que está sendo pregado, não é o evangelho de Cristo, e sim, uma estratégia comercial.
      Será que os "crentes" ganhos por este evangelho falso, são salvos? Será que se Jesus, voltasse hoje, eles seriam arrebatados? Talvez você esteja se perguntando: O que posso fazer? Você deve ensinar o caminho da verdade, a quantos conseguir! Se todos os servos do Senhor, pelo menos apontassem para as pessoas o caminho da verdade, o quadro seria muito diferente. Amar, defender e divulgar a sã doutrina, é o verdadeiro caminho da verdade.

Pr. Adriano Cunha.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Somos os eleitos de Deus. 1. Pe. 2: 9.

Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

Ao ler a referência acima, é impossível ficar desanimado; veja que o apóstolo Pedro não fala ao povo judeu como dizem alguns, no prefácio da sua carta v. 1, 2; ele é claro, escreveu: ...aos estrangeiros...
      Quando você lê 2ª Pedro, principalmente o capítulo 2, vê a importância da santa igreja de Deus! Todo o foco de Deus, está direcionado para a sua igreja, a nação santa, o povo adquirido. Israel, já a muito, havia decepcionado a Deus vivendo: O legalismo religioso  e a observação dos preceitos humanos. Eles não cumpriram o desejo missionário de Deus Sl. 67: 2-7; a vontade de Deus, nunca foi condicionar a salvação! Ele apenas, escolheu um povo para pregar a sua vontade (Êx. 19: 5,6), mas este povo falhou! Deus quando chamou a Abraão, o chamou para que através dele, fossem benditas todas as famílias da terra Gn. 1: 1-3, ou seja, a vontade de Deus, nunca foi condicionar sua benção a um só povo!
      Portanto, pelo fracasso de Israel, Deus enviou o seu filho para eleger um povo; este povo, foi chamado de igreja.
      Nós somos os representantes de Deus, incumbidos de fazer a sua vontade, e a vontade de Deus é que a sua salvação seja anunciada as nações!
      O que você tem feito, em prol da realização da vontade de Deus? Como eleitos, possuímos algumas responsabilidades, uma delas é anunciar a salvação de Deus a todos! Independente da função que você exerce na igreja, você tem o dever de evangelizar ao seu próximo.
      Ninguém foi chamado para ser um mero figurante no espetaculo da vida; todos eleitos, devem ser coadjuvantes com o Senhor, que é o ator principal.
      Quando compreendemos nossa importância, como igreja de Deus, vemos que nosso papel é muito importante. Para Deus, não existe pequeno nem grande, todos têm igual valor! Você é um eleito, representante de Deus e herdeiro das bençãos eternas!
      Assuma o seu lugar como filho de Deus, pois você é especial, e elemento fundamental no plano evangelístico do Senhor.

Pr. Adriano Cunha